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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Levantando do Chão - José Saramago

Tempo de Duração: 51 min
Ano de Lançamento: 2008
Qualidade: TVRip
Formato: Avi
Audio: Português (Portugal)
Legenda: -
Tamanho: 555 MB
Sinopse: Documentário inédito sobre a vida e obra do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago.
No dia em que se assinalam os dez anos da atribuição do primeiro Prémio Nobel da Literatura da Língua Portuguesa, a RTP exibe um documentário que retrata o percurso singular do escritor José Saramago, que se afirma "pessimista pela razão, otimista pela vontade".
Durante quase um ano, uma equipe da RTP reconstitui os pontos cardeais em que a vida e obra de Saramago se fundem, num trabalho que aborda a história do escritor português mais lido e conhecido do mundo.
Mais do que uma biografia, este documentário pretende divulgar ao grande público os momentos decisivos da vida de um homem que aos cinquenta e três anos não era ainda escritor.
Filho e neto de camponeses sem terra, José Saramago imigrou para Lisboa com dois anos. Grande parte da sua vida decorreu na capital, que serve de cenário a alguns dos seus romances.Mas durante a adolescência, foram muitas e prolongadas as suas estadias na aldeia natal, Azinhaga, Golegã, que o marcou para toda a vida.
Ficou célebre, o discurso que Saramago proferiu há dez anos na entrega do prémio Nobel, evocando com emoção os avós Jerómino e Josefa, que dormiam com porcos na cama, única forma de sobreviverem todos.
É um homem “Levantado do Chão”, título de uma das suas obras, e título escolhido também, para este documentário.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Perto de Clarice

Tempo de Duração: 12 min
Ano de Lançamento: 1982
Qualidade: TVRip
Formato: Avi
Audio: Português
Legenda: -
Tamanho: 102 MB
Sinopse: O documentário feito pelo diretor João Carlos Horta, em 1982, aborda aspectos da personalidade e da alma da escritora Clarice Lispector, lembrada por ocasião da sua morte, em depoimentos de amigos, colegas e parentes. Os depoimentos são intercalados por trechos de uma entrevista que Clarice concedeu a uma emissora de televisão.

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mestres da Literatura

Tempo de Duração: 26 min
Ano de Lançamento: ?
Qualidade: TVRip
Formato: Avi
Audio: Português
Legenda: -
Tamanho: +- 250 MB cada
Sinopse: A série, Mestres da Literatura, apresenta particularidades da vida pessoal e profissional de grandes escritores brasileiros.

Carlos Drummond de Andrade
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João Cabral de Melo Neto
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Guimarães Rosa
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Rachel de Queiróz
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Machado de Assis
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Graciliano Ramos
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José de Alencar
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José Lins do Rego
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Lima Barreto
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Lygia Fagundes Telles
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Mário de Andrade
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sábado, 9 de junho de 2012

Grandes Livros (Great Books)

Tempo de Duração: 46 min cada
Ano de Lançamento: 1993/2002
Qualidade: TVRip
Formato: Avi
Audio: Português ou Inglês
Legenda: Português
Tamanho: +- 550 MB cada
Sinopse: GREAT BOOKS é uma série de documentários, com 50 minutos cada, que pretende contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da literatura mundial e dirigido à todas faixas etárias. Cada episódio contará com a participação dos principais especialistas na obra e/ou no autor em análise. O conceito GREAT BOOKS assenta na análise da obra mais emblemática de um escritor: a estória, o contexto histórico, a importância que teve/tem, a história do autor.

Episódio 01: Os Miseráveis
(Os Miseráveis) é uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862 simultaneamente em Leipzig, Bruxelas, Budapeste, Milão, Roterdã, Varsóvia, Rio de Janeiro e Paris (nesta última cidade foram vendidos 7 mil exemplares em 24 horas).A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo (1815) e os motins de junho de 1832. Daqui resulta, por cinco volumes, a vida de Jean Valjean, um condenado posto em liberdade, até sua morte. Em torno dele giram algumas pessoas que vão dar seus nomes para os diferentes volumes do romance, testemunhando a miséria deste século, a pobreza miserável de: Fantine, Cosette, Marius, mas também Thénardier (incluindo Éponine e Gavroche) e o inspetor Javert.

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Episódio 02: Orgulho e Preconceito
Orgulho e Preconceito é um romance da escritora britânica Jane Austen. A história mostra a maneira com que a personagem Elizabeth Bennet lida com os problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Elizabeth é a segunda de 5 filhas de um proprietário rural na cidade fictícia de Meryton, em Hertfordshire, não muito longe de Londres.
Apesar de a história se ambientar no século XIX, tem exercido fascínio mesmo nos leitores modernos, continuando no topo da lista dos livros preferidos e sob a consideração da crítica literária. O interesse atual é resultado de um grande número de adaptações e até de pretensas imitações dos temas e personagens abordados por Austen.

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Episódio 03: O Emblema Rubro da Coragem
O Emblema Eubro da Coragem foi o primeiro romance que abordou a Guerra da Secessão sem escamotear a verdade com expedientes popularescos a alcançar grandes tiragens de edições sucessivas. Os protagonistas não são 'heróis', na concepção convencional do termo, mas meros cidadãos forçados a pegar em armas para enfrentar a experiência dos campos de batalha, com assombro e temor. Crane descreve o personagem principal, Henry Fleming, como um rapaz que se debate 'num tumulto de agonia e desespero.

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Episódio 04: Moby Dick
Moby Dick é um romance do autor americano Herman Melville. O nome da obra é o do cachalote enfurecido, de cor branca, que havendo sido ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu destrui-los todos. Originalmente foi publicado em três fascículos com o título de Moby-Dick ou A Baleia em Londres em 1851, e ainda no mesmo ano em Nova York em edição integral. O livro foi revolucionário para a época, com descrições intricadas e imaginativas das aventuras do narrador - Ismael, suas reflexões pessoais, e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça a elas, arpões, a cor branca (de Moby Dick), detalhes sobre as embarcações e funcionamentos, armazenamento de produtos extraídos das baleias.
Os detalhes contados com o realismo e propriedade de um escritor que viveu em barcos baleeiros, são capazes de transportar o leitor ao ambiente descrito e suas sensações.
O romance foi inspirado no naufrágio do navio Essex, comandado pelo capitão George Pollard, quando este foi atingido por uma baleia e afundou.

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Episódio 05: Madame Bovary
Madame Bovary é um romance escrito por Gustave Flaubert que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857. Quando o livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou seu autor a julgamento. O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa.

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Episódio 06: Huckleberry Finn
As Aventuras de Huckleberry Finn é o título em língua portuguesa de um romance do escritor norte-americano Mark Twain, publicado em 1884. Nele, o protagonista, amigo de Tom Sawyer, vive inúmeras aventuras pelo rio Mississippi em uma balsa.
Nos Estados Unidos, muitos consideram o livro como um livro racista porque o personagem chamado Jim, um escravo, é o mais ignorante de todo o livro, e também porque em várias partes do livro o autor cita a palavra "nigger" (calão ofensivo, algo como "preto" ou "nego") o que é muito vulgar nos Estados Unidos.

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Episódio 07: Grandes Esperanças
Grandes Esperanças é um livro escrito por Charles Dickens, que conta a história de Philip Pirrip. É dividido em três volumes e foi adaptado para o cinema e para a TV várias vezes. Foi escrito durante a era vitoriana.
O livro foi inicialmente publicado em série, no All the Year Round entre 1 de dezembro de 1860 e agosto de 1861. A história de Great Expectations ocorre entre 1812, quando o protagonista tinha 7 anos, e o inverno de 1840.
Narra a vida de Pip (Philip Pirip), um rapaz a quem foi concedida uma fortuna a fim de se tornar um cavalheiro sem o árduo esforço ou a aristocrática fonte de renda necessários para tal papel. Logo cedo na vida, ele ajuda um condenado, Abel Magwitch, que, após ser deportado para a Austrália, retribui seu jovem benfeitor com grandes somas em dinheiro; como o advogado envolvido no caso não diz nada ao entregar o dinheiro, Pip acha que foi obra de uma velha dama, miss Havisham. Magwitch depois volta clandestinamente a Londres, sendo mal recebido por Pip, pois tudo nele rescende a delinquência e aborrecimento.
No final, porém, Pip se reconcilia com Magwitch e sua realidade; acaba reconhecendo Magwitch - perseguido, preso e mortalmente doente - como uma espécie de pai, sem o negar nem o rejeitar, embora Magwitch seja de fato inaceitável (naquela época), vindo da Austrália, colônia penal destinada à reabilitação, mas não ao repatriamento de criminosos ingleses degredados.

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Episódio 08: Drácula
Drácula é um romance de 1897 escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Sem dúvida trata-se do mais famoso conto de vampiros da literatura.
Drácula tem sido designado como vários gêneros literários, incluindo literatura de vampiros, ficção de horror e romance gótico. Estruturalmente, é um romance epistolar, ou seja, contada como uma série de cartas, entradas de diário, registros de bordo etc. Embora Stoker não tenha inventado o vampiro, a influência do romance na popularidade dos vampiros foi singularmente responsável por muitas peças de teatro, cinema, televisão e muitas interpretações ao longo dos séculos 20 e 21.

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Episódio 09: Dom Quixote
Dom Quixote de La Mancha (Don Quijote de la Mancha em castelhano) é um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616). O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão por muita leitura de romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis preferidos. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico.

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Episódio 10: Contos de Terror
Escrito por Edgar Allan Poe.

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Episódio 11: A Selva
Em 1906, Upton Sinclair denuncia as condições sub-humanas dos trabalhadores da indústria frigorífica.

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Episódio 12: A Morte de Artur
Existe grande controvérsia sobre os fatos históricos que deram origem às aventuras do Rei Artur e dos cavaleiros da Távola Redonda. Parece certo, contudo, que o núcleo inicial das histórias foi a resistência dos celtas à ocupação romana da Inglaterra.
Durante muito tempo, as narrativas sobre o Rei Artur devem ter permanecido sob forma oral, perfeitamente adequada à uma Idade Média onde o analfabetismo era a regra. No século XIII, Thomas Malory registrou as histórias por escrito no livro "A Morte de Artur".

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Episódio 13: A Letra Escarlate
O romance "A Letra Escarlate", de Nathaniel Hawthorne, explora o conflito entre a verdade e as aparências, a escolha entre a salvação e o pecado.

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Episódio 14: O Inferno de Dante
A Divina Comédia propõe que a Terra está no meio de uma sucessão de círculos concêntricos que formam a Esfera armilar e o meridiano onde é Jerusalém hoje, seria o lugar atingido por Lúcifer ao cair das esferas mais superiores e que fez da terra santa o Portal do Inferno. Portanto o Inferno, responderia pela depressão do Mar Morto onde todas as águas convergem, e o Paraíso e o Purgatório seriam os segmentos dos círculos concêntricos que juntos respondem pela mecânica celeste e os cenários comentados por Dante num poema que envolve todos os personagens bíblicos do antigo ao novo testamento são costumeiramente encontrados nas entranhas do inferno sendo que os personagens principais da Divina Comédia são o próprio autor, Dante Alighieri, que realiza uma jornada espiritual pelos três reinos do além-túmulo, e seu guia e mentor nessa empreitada é Virgílio o próprio autor da Eneida.

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Episódio 15: A Interpretação dos Sonhos
Há um lado obscuro em cada um de nós, onde nossos medos, iras e desejos proibidos espreitam. Estes desejos inconscientes não descansam quietamente na psique humana. São de um certo modo nosso inimigo interno. Um homem acreditou que poderia exorcizar nossos “demônios” com o estudo dos sonhos. Sigmund Freud começou a analisar os sonhos no final do século 19 em Viena, na Áustria.O Dr. Sigmund Freud declarou que havia descoberto uma nova porta para o inconsciente…A obra prima de Freud, A interpretação dos sonhos, oferece aos leitores uma janela para nossas intimidades mais secretas. Em seu trabalho revolucionário, Freud sugeriu que frequentemente a finalidade dos sonhos fosse satisfazer com a fantasia, os impusos instintivos que a sociedade julgava inaceitáveis. As leis da lógica que governam nosso mundo desperto, não se aplicam ao reino dos sonhos, onde nós estamos livres para experimentar aventuras fantásticas. Para Freud esta libertação das fantasias foi o caminho que o conduziu ao interior do inconsciente.

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Episódio 16: A Odisséia
Esta é a História de Ulisses, a Odisséia de Homero, escrita há  tanto tempo mas que se mantem fiel, através das traduções, seja em que língua for…
Ulisses tem o seu simbolismo. O fato dele se transformar por ação da Deusa pode significar que o ser humano está em contínua mudança, que há forças misteriosas que nos podem ajudar a vencer perigos que achavamos invencíveis e que a nossa aparência, a maneira como nos vêem ou nos vemos a nós próprios é subjetiva, transforma-nos conforme o olhar que sobre nós incide.

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Episódio 17: O Príncipe
Esta é uma divertida paráfrase de palavras escritas nos anos 1513 por um funcionário demitido em Florença, Itália. O que ele escreveu realmente se tornou um dos livros mais debatidos, profundamente perturbadora e importante da civilização ocidental. Para alguns, era um verdadeiro guia para os tiranos e totalitários. Mussolini adorou. Os marxistas revolucionários o reconheceu como um companheiro. Para outros, alternadamente, ele abriu o caminho para a tolerância étnica e religiosa, direitos individuais, o avanço e a restauração das repúblicas e, das democracias modernas. Mas, justa ou injustamente, que tem causado o seu nome, Machiavelli, a circular através dos séculos como um sinônimo para o mal, embora isso certamente seria um equívoco do homem.

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Episódio 18: Exôdo
O Livro do Êxodo dá continuidade ao livro da Gênesis, relata como Moisés conduz os israelitas do Egito pelo deserto até o Monte Sinai Bíblico, onde Yahveh se revela e oferece uma aliança: os israelitas devem manter a lei e, em retorno, receberiam a proteção de Yahveh que lhes daria Canaã (a Terra Prometida). Há muitas relatos bem conhecidos no Êxodo, como a passagem pelo Mar Vermelho (possivelmente, Mar dos Juncos), a revelação no Sinai, a entrega das tabuletas da lei, o bezerro de ouro e o aparecimento de maná no deserto.

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Episódio 19: Catch 22
Catch-22 é um romance satírico-histórico do autor estadunidense Joseph Heller, publicado originalmente em 1961. O livro, situado durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial de 1944 em diante, é frequentemente citado como uma das maiores obras literárias do século XX.
O romance gira em torno de Yossarian, um bombardeador de B-25 da Força Aérea Americana, enquanto ele e os demais membros do "256° Esquadrão" encontram-se baseados na ilha de Pianosa, na Itália.

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Episódio 20: Gênesis
Este episódio explora o primeiro livro da Bíblia – e, portanto, do Pentateuco – damos hoje o nome de GÉNESIS. É termo grego e significa “origem”, “nascimento”. Os livros da Bíblia Hebraica não tinham qualquer título. Eram chamados, simplesmente, pela primeira ou primeiras palavras. Este chamava-se berechit. Os autores da tradução da Bíblia Hebraica para o grego (Bíblia dos Setenta) acharam por bem dar aos livros um título de acordo com o seu conteúdo. Como este livro trata do princípio de tudo, chamaram-lhe GÉNESIS, isto é, Livro das Origens.

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Episódio 21: Filho Nativo
Este episódio discute a obra de Richard Writh, "Filho Nativo", que se passa durante um período de tensão racial.

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Episódio 22: A República de Platão
Este episódio discute "A República" de Platão, obra prima deste que é considerado o pai da Filosofia.

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Episódio 23: O Grande Gatsby
Alguns livros sobreviveram ao tempo para conquistar um lugar na biblioteca dos clássicos. Esta série analisa a sua influência na vida contemporânea através de imagens vivas e intensas.

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Episódio 24: Walden
Este programa mergulha nas páginas de um dos livros mais famosos de Henry David Thoreau: "Walden".

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Episódio 25: O Senhor das Moscas
Um avião lotado de crianças e adolescentes cai numa ilha deserta. Os jovens sobrevivem e, aos poucos, vão se reunindo num grande grupo. Em assembléia, os meninos designam um líder. Longe dos códigos que regulam a sociedade dos adultos, esses jovens terão de inventar uma nova civilização, alicerçada exclusivamente nos recursos naturais da ilha e em suas próprias fantasias.
Até aí este romance do inglês William Golding poderia ser lido como simples aventura infanto-juvenil, cheia de caçadas, banhos de mar e, ao final, a descoberta de um tesouro escondido por piratas. Mas não é o que ocorre. Apesar dos esforços iniciais de organizar uma sociedade autosuficiente e equilibrada, o bando vai progressivamente cedendo à vida dos instintos, regredindo às pulsões de violência e de morte. A disputa pelo poder é um dos estopins da desordem. E o paraíso do "bom selvagem" acaba em carnificina.
Invertendo o clássico Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, em que um único indivíduo conseguia impor a civilização ao estado de natureza, Golding expressa neste romance sua descrença na bondade inata dos homens e em sua capacidade de criar um mundo melhor.

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Episódio 26: 1984
Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho.
Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico.
De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que 'só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade - só o poder pelo poder, poder puro.

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Episódio 27: As Viagens de Gulliver
Em seu clássico romance, Jonathan Swift analisa a natureza humana. Nas quatro histórias apresentadas, especialistas estudam situações cínicas e como elas se relacionam à sociedade atual.

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Episódio 28: Os Nús e os Mortos
Alguns livros sobreviveram ao tempo para conquistar um lugar na biblioteca dos clássicos. Esta série analisa a sua influência na vida contemporânea através de imagens vivas e intensas, dramatização e entrevistas com especialistas e entusiastas em todo o mundo. Uma forma inovadora de reviver as teorias, idéias e histórias contidas nas páginas dessas obras.

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Episódio 29: O Coração das Trevas
Este clássico de Joseph Conrad sobre a presença européia na África na virada do século passado, é um ataque feroz às práticas belgas no Congo e ao colonialismo de modo geral. O livro serviu de inspiração para o filme de Francis Ford Coppola, "Apocalypse Now", e este documentário traça um paralelo com o filme e uma dramatização mais literal da história.

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Episódio 30: A Autobiografia de Malcolm X
O livro mostra quem foi o homem que nasceu Malcolm Little e se transformou em um dos maiores e mais carismáticos líderes da modernidade, depois que mudou sua vida de ladrão e traficante, convertendo-se ao islamismo. Como ministro mulçumano defendia o orgulho negro e dizia que o islamismo era a única religião que enxergava as necessidades e problemas do negro na América do Norte, principalmente nos bairros pobres, sendo a única saída para as drogas, crimes e outros problemas sociais. Sua autobiografia foi traduzida em 10 idiomas e até hoje vende 150 mil exemplares por ano.

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Episódio 31: Crime e Castigo
Neste documentário, Raskólnikov, um jovem estudante, pobre e desesperado, perambula pelas ruas de São Petersburgo até cometer um crime que tentará justificar por uma teoria - grandes homens, como César ou Napoleão, foram assassinos absolvidos pela História.

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Episódio 32: A Origem das Espécies
O livro "A Origem das Espécies" representa o nascimento de uma idéia que mudou a sociedade para sempre. Este programa examina de perto as teorias de Charles Darwin.

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Episódio 33: Alice no País das Maravilhas
Este episódio analisa em detalhes a famosa obra de Lewis Carroll, "Alice no País das Maravilhas".

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Episóidio 34: A Oeste Nada de Novo
Considerado o melhor romance anti-guerra já escrito, este livro mostra a desumanidade da Primeira Guerra Mundial através dos olhos de um jovem soldado alemão e a sua desilusão progressiva com a guerra.

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Episódio 35: Galileu
Este episódio conta a história do visionário Galileu Galilei e suas teorias que provocaram debates entre ciência e religião numa época em que questionar visões impostas pelo Vaticano era assinar a própria sentença de morte.

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Episódio 36: Um Estranho no Ninho
Alguns livros sobreviveram ao tempo para conquistar um lugar na biblioteca dos clássicos. Esta série analisa a sua influência na vida contemporânea através de imagens vivas e intensas, dramatização e entrevistas com especialistas e entusiastas em todo o mundo. Uma forma inovadora de reviver as teorias, idéias e histórias contidas nas páginas dessas obras.

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Episódio 37: 20.000 Léguas Submarinas
Este livro é um clássico de aventura subaquática e ficção científica. Embarque no Nautilus, um navio submarino imaginado 50 anos antes da invenção do submarino que conhecemos. Uma história de descobertas fantásticas, ousadia e idealismo.

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Recife/Sevilha: João Cabral de Melo Neto

Tempo de Duração: 7 a 51 min
Ano de Lançamento: 2003
Qualidade: DVDRip
Formato: Avi
Audio: Português
Legenda: -
Tamanho: 112, 198, 252 e 365 MB cada e 1,40 GB
Sinopse: As cidades de Recife e Sevilha são presenças marcantes na obra e memória afetiva de João Cabral de Melo Neto. Ambas são portas de entrada para o conhecimento de sua vida e obra. No Recife, nasceu e passou toda a juventude. Em Sevilha e Barcelona - onde morou e cumpriu funções diplomáticas por muitos anos - viveu sua plena maturidade poética e existencial. Recife e Sevilha formam a mais perfeita síntese da vasta obra do poeta. Elas são uma espécie de "chave" de João Cabral, assumida por ele próprio no poema "Auto-Crítica":

"Só duas coisas conseguiram (des)feri-lo até a poesia:
O Pernambuco de onde veio
E o onde foi, a Andaluzia
Um, o vacinou do falar rico
Deu-lhe a outra fêmea e viva,
Desafio demente: em verso
Dar a ver Sertão e Sevilha.
"

João Cabral de Melo Neto (Recife, 9 de janeiro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de outubro de 1999) foi um poeta e diplomata brasileiro. Sua obra poética, que vai de uma tendência surrealista até a poesia popular, porém caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a confessionalismos e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil.
Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, e empossado em 6 de maio de 1969. Ocupou a cadeira 37, antes ocupada pelo jornalista Assis Chateaubriand com uma importância grande na Literatura Brasileira.

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[EXTRA]
Extra 01: Poeta com Alma
Parte 01, Parte 02 (Opção 01 - 1fichier)
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Extra 02: Capibaribe
Parte 01, Parte 02, Parte 03, Parte 04 (Opção 01 - 1fichier)
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Extra 03: Cabral e Dau Al Set
Parte 01, Parte 02, Parte 03 (Opção 01 - 1fichier)
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Extra 04: Desafinado
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Só Dez Por Cento é Mentira

Tempo de Duração: 81 min
Ano de Lançamento: 2010
Qualidade: DVDRip
Formato: Avi
Audio: Português
Legenda: -
Tamanho: 700 MB
Sinopse: Só Dez Por Cento é Mentira é um original mergulho cinematográfico na biografia inventada e nos versos fantásticos do poeta Manoel de Barros.
Alternando sequências de entrevistas inéditas do escritor, versos de sua obra e depoimentos de “leitores contagiados” por sua literatura o filme constrói um painel revelador da linguagem do poeta, considerado o mais inovador em língua portuguesa.
Só Dez Por Cento é Mentira ultrapassa as fronteiras convencionais do registro documental. Utiliza uma linguagem visual inventiva, emprega dramaturgia, cria recursos ficcionais e propõe representações gráficas alusivas ao universo extraordinário do poeta.
Narrado na maior parte das vezes em tom pessoal o filme busca, sobretudo, “uma voz que aproxime-se da simplicidade e da afetividade do personagem e que se afaste da soberba e da pretensão de uma análise teórica sobre poesia”.
Manoel de Barros tem 93 anos, cerca de 20 livros publicados e vive atualmente em Campo Grande. Consagrado por diversos prêmios literários, é atualmente o escritor brasileiro que mais vende no gênero poesia.
Screen:

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ferreira Gullar: Poema Sujo

Tempo de Duração: 108 min
Ano de Lançamento: 2010
Qualidade: DVDRip
Formato: Avi
Audio: Português
Legenda: -
Tamanho: 1,67 GB
Sinopse: Durante a recente Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, em agosto, o poeta Ferreira Gullar declamou, com emoção, versos de sua obra-prima, "Poema Sujo". Não foi a primeira vez, mas a ternura da plateia comoveu o escritor. Gullar já havia gravado um CD, em 2006, em que declamava os versos para uma edição comemorativa. Faltava um DVD com imagens, falta agora compensada pelo Instituto Moreira Salles e a VideoFilmes.
Escrito entre maio e outubro de 1975, durante o período em que o poeta viveu exilado (e isolado) em Buenos Aires, o "Poema Sujo" foi gravado por Gullar na época, a pedido de Vinicius de Moraes que o encontrou na Argentina. Trazida clandestinamente para o Rio, a fita cassete foi ouvida em audições entre amigos e, logo, trechos foram transcritos e distribuídos pela cidade, tornando-se um clássico.
A ideia de regravar o poema aconteceu em 2005 e partiu do então diretor do IMS, Antonio Fernando de Franceschi. Ele convidou João Moreira Salles para a coordenação e Walter Carvalho para a direção de fotografia, que filmaram o poeta em outubro daquele ano.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Grandes Livros Portugueses

Tempo de Duração: 47 min cada
Ano de Lançamento: 2009
Qualidade: TVRip
Formato: Rmvb
Audio: Português (Portugal)
Legenda: -
Tamanho: +- 360 MB cada
Sinopse: GRANDES LIVROS é uma série de 12 documentários, com 50 minutos cada, narrados por Diogo Infante que pretende contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da literatura portuguesa junto de todas as faixas etárias de falantes de português. Cada episódio contará com a participação dos principais especialistas na obra e/ou no autor em análise.
O conceito GRANDES LIVROS assenta na análise da obra mais emblemática de um escritor português: a estória, o contexto histórico, a importância que teve/tem, a história do autor. A selecção obedece ao seguinte critério: um livro por autor; autores portugueses falecidos; obras passíveis de serem abordadas em televisão e apelarem a uma grande faixa da população.

Episódio 01: Os Maias, Eça de Queirós
A história de uma família portuguesa, em finais do século XIX, tornou-se uma das obras mais consagradas a nível mundial. Do punho de Eça de Queirós, numa escrita realista que apontava todos os “podres” dos protagonistas, seguimos os Maias. Nas figuras do patriarca Afonso, do traído Pedro e do diletante Carlos apresentam-se três gerações de uma família de elevado estatuto nas lides lisboetas.
O palácio do Ramalhete, o Teatro da Trindade e Sintra são alguns dos palcos da ação. Nestes lugares desfilam personagens-tipo de um tempo “queirosiano”: mulheres fatais, políticos corruptos, jovens utópicos que assumem um papel de mudança no futuro do país, para, no fim, nada terem feito.

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Episódio 02: Peregrinação, Fernão Mendes Pinto
Na «Peregrinação» o autor narra a sua vida, de aventuras e desventuras, e as suas viagens pelo Oriente, ao longo de 21 anos, em relatos de enorme riqueza, com descrições muito pormenorizadas dos povos, das línguas e das terras por onde passou. Estas descrições revelam uma enorme admiração e fascínio pela grandiosidade dessas civilizações. Chega, inclusive, a recorrer a personagens orientais para tecer críticas à cobiça e ambição dos mercadores e militares ocidentais. Por outro lado, no Ocidente da época ninguém acreditava que o Oriente fosse assim tão rico e tão diferente quanto a tradições culturais. Por estes factos, o autor é acusado por muitos de exagero, tendo ficado célebre o dito popular «Fernão, Mentes? Minto!» Hoje é consensual o valor histórico e literário da sua obra, feita de elementos verídicos e de ficção. Suspeita-se que algumas partes dos seus escritos tenham sido destruídas pelos Jesuítas aquando da Inquisição.
À época da sua publicação, «Peregrinação» torna-se um sucesso, um pouco por toda a Europa, pelos conhecimentos amplos sobre o Oriente. Nos anos seguintes, teve dezanove edições, em seis línguas.

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Episódio 03: O Delfim, José Cardoso Pires
Portugal, anos 60. Sem saber como, um livro escapou às teias da censura e mostrou um país podre, cheio de senhores feudais que dominavam o seu território com punho de ferro. Um deles é o senhor Engenheiro Tomás da Palma Bravo. Ou o Infante, o Delfim, como lhe chamavam os habitantes da Gafeira ou as prostitutas de Lisboa que ele visitava com frequência. Mas voltemos ao livro.
Em 1968, José Cardoso Pires lançava ao público O Delfim, um policial, um retrato de costumes, uma alegoria do Portugal minado pelo regime salazarista. Existe um crime, duas mortes e uma investigação levada a cabo por quem nos narra a história. Alguém que já conheceu os intervenientes na tragédia, alguém que ouviu o Infante falar de mulheres e de traição. Alguém que, numa busca constante, não nos revela qualquer culpado.
E depois, como o epicentro de uma comunidade que sobrevive das bênçãos de um déspota isolado, que renega a mulher estéril que mantém prisioneira em casa, surge a imagem misteriosa da Lagoa da Gafeira. Dono desse pedaço de água, onde o detective parece ouvir latidos sombrios de um mastim negro de dentes arreganhados, Tomás da Palma Bravo descobriu Maria das Mercês. A mulher que, não se tem a certeza, cometeu adultério com o preto e maneta Domingos, surge a boiar na Lagoa, é enterrada como “puta” e assombra as páginas deste livro imenso.

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Episódio 04: Os Lusíadas, Luís de Camões
É só um dos versos mais conhecidos da literatura portuguesa: “As armas e os barões assinalados…” Linha de abertura da maior epopeia literária, a obra-prima de Luís Vaz de Camões, o grande poema português.
Publicado em 1572, este livro é constituído por dez cantos, dez partes que narram os feitos históricos dos portugueses. Através da viagem marítima de Vasco da Gama para a Índia e das aventuras dos marinheiros nas Descobertas são entrelaçados os mitos, as figuras e os momentos que definem a História de Portugal.
Inês de Castro, D. Afonso Henriques, Nuno Álvares Pereira e tantos outros passeiam pelas estrofes e compõem um quadro grandioso de exaltação dos descendentes de Luso, os portugueses.
Na linha das epopeias clássicas, tais como a Odisseia ou a Eneida, a obra está dividida em quatro partes: Proposição, Invocação, Dedicatória e Narração. As três primeiras condensam-se no Canto I, com o maior excerto a mencionar D. Sebastião, o jovem rei a quem a obra foi dedicada.
Polêmicas à parte, e se contarmos que o livro foi aprovado pelos censores do Santo Ofício, braço-direito da Inquisição, mesmo com as lascivas descrições do episódio da “Ilha dos Amores”, este continua a ser um dos textos mais importantes da literatura portuguesa.
O Velho do Restelo ou o gigante Adamastor, mais que figuras míticas de um poema, já se tornaram referências desta cultura que é a nossa… e que Camões cantou.

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Episódio 05: Amor de Perdição, Camilo Castelo Branco
Publicado em 1842, e se crermos nos testemunhos escritos de Camilo, o livro foi escrito nos “catorze dias mais tormentosos” da sua vida. Preso na Cadeia a Relação do Porto por ter “copulado com mulher alheia”, a sua Ana Plácido, o autor buscou na sua genealogia a inspiração para esta versão portuguesa de “Romeu e Julieta”. O seu tio Simão havia conhecido os calabouços daquela prisão e também “amou, perdeu-se e morreu amando”.
Num leque de personagens-tipo do Romantismo, Camilo desenhou um drama intemporal, com morte, devaneios, belíssimas cartas que extravasam os sentimentos do jovem casal apaixonado e duas famílias rivais que não toleram o romance. Com o auxílio de João da Cruz, de sua filha Mariana e de outras figuras de destaque, a intriga, a desgraça e o amor negado percorrem as páginas desta obra. No fim, só a morte permite que eles se encontrem, finalmente, juntos.

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Episódio 06: Navegações, Sophia de Mello Breyner
Navegações é o décimo primeiro livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen – a primeira edição foi publicada, em 1983, pela Imprensa Nacional Casa da Moeda. Os poemas que o integram surgem na sequência de um convite, endereçado pelo Conselho da Revolução, para a participação na Celebração do Dia de Camões, em Macau (1977).
Nessa primeira viagem que faz ao Oriente, Sophia deslumbra-se com a beleza, as cores e a cultura daquelas paradisíacas paragens. No discurso proferido aquando da entrega do Prêmio do Centro Português da Associação de Críticos Literários (1984), Sophia recorda as primeiras impressões que teve daquele território, ainda a bordo do avião, em pleno voo sobre o Vietname: “Pensei naqueles que ali chegaram sem aviso prévio, sem mapas, ou relatos, ou desenhos ou fotografias que os prevenissem do que iam ver. Escrevi os primeiros poemas simultaneamente a partir da minha imaginação, desse primeiro olhar, e a partir do meu próprio maravilhamento.” Aliás, a autora reconhece que “à medida que os poemas iam surgindo ia-se decidindo em mim a vontade de os editar ao lado dos mapas da época, os mapas onde ainda é visível o espanto do olhar inicial, o deslumbramento perante a diferença, perante a multiplicidade do real, a veemência do real mais belo que o imaginado (…)”.
Em «Navegações» os Descobrimentos e os descobridores portugueses são invocados e revisitados. E o mar é o elemento decisivo, central, que possibilita o conhecimento intemporal. “Para mim o tema das Navegações não é apenas o feito, a gesta, mas fundamentalmente o olhar, aquilo a que os gregos chamavam aletheia, a desocultação, o descobrimento. Aquele olhar que às vezes está pintado à proa dos barcos.”

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Episódio 07: Sermão de Santo António aos Peixes, Padre António Vieira
Pregado no Maranhão (Brasil), a 13 de Junho de 1654, o Sermão de Santo António aos Peixes é um dos textos mais conhecidos de padre António Vieira. Após a restauração da independência de Portugal face à coroa espanhola (1640), o sacerdote vem a Lisboa interceder junto do rei para que fossem criadas leis que garantissem um conjunto de direitos básicos aos índios brasileiros, vítimas da exploração e da ganância por parte dos colonos brancos.
Organizado em seis capítulos, o sermão divide-se em três partes: o Exórdio (Cap. I); a Exposição e a Confirmação (Cap. II, III, IV e V); e a Peroração (Cap. VI).
No Exórdio, Padre António Vieira apresenta o conceito predicável – “Vós sois o sal da Terra” – e explica as razões pelas quais a terra está tão corrupta. E levanta várias hipóteses: ou a culpa está no sal (pregadores), ou na terra (ouvintes). Se a responsabilidade está no sal, é porque os pregadores não pregam a verdadeira doutrina, ou porque dizem uma coisa e fazem outra, ou porque se pregam a si e não a Cristo. Se a culpa está na terra, é porque os ouvintes não querem receber a doutrina, ou antes imitam os pregadores e não o que eles dizem, ou porque servem os seus apetites e não os de Cristo.
Parte do princípio que a terra está corrupta e que a culpa é dos ouvintes. Consegue isto, uma vez que o sermão é proferido no dia de Santo António, aproveitando assim o exemplo deste. Santo António não obteve resultados da sua pregação e os homens até o quiseram matar, mas em vez de desistir resolveu pregar aos peixes. Vendo-se nessa posição, padre António Viera resolve seguir o exemplo inspirador do seu homônimo canonizado.

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Episódio 08: Aparição, Vergílio Ferreira
Um homem chega a Évora… e nada será igual. Alberto Soares traz a dor recente da morte do pai, as dúvidas sobre a sua própria existência e a ignorância sobre a vida pacata da branca cidade alentejana. A partir desta chegada sombria, do início das aulas no liceu, dos conhecimentos que trava no ano que lá passa, desenrola-se a questionação do papel do homem.
Vergílio Ferreira continuou neste livro a sua “quase” obra única: uma espécie de manifesto existencialista, de eterna colocação de perguntas sobre a função da humanidade neste território e da ausência de um deus que amenizasse a não-descoberta.
Publicado em 1959, Aparição permanece um dos romances mais importantes do século XX português. O quadro que pinta cidade alentejana, das suas gentes e dos seus costumes continua a fazer sentido e a encontrar semelhanças com a atualidade. Vergílio Ferreira também leccionou em Évora e os paralelismos autobiográficos sucedem-se, numa interligação com o papel de difusor de uma mensagem transcendental que Alberto desempenha. Em redor, a compor a moldura, temos Bexiguinha, Ana, o Doutor Moura, a Madame, o Bailote, a Cristina e uma Sofia que não cabe naquela época, tudo personagens que se imiscuíram na literatura e se repercutem na realidade.
Afinal, a questão continua cada vez mais presente: quem sou eu?

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Episódio 09: Livro do Desassossego, Fernando Pessoa
O «Livro do Desassossego» resulta da junção de textos avulsos encontrados no espólio de Fernando Pessoa. Bernardo Soares é o autor – embora algumas edições atribuam a co-autoria do livro a Vicente Guedes, um outro “eu” de Pessoa. A organização desses escritos, fragmentados em folhas soltas – muitas delas incluindo as iniciais L. do D. –, deu origem a edições distintas do «Livro do Desassossego», que variam consoante os critérios utilizados pelo editor. A primeira data de 1982 – quase 50 anos após a morte de Pessoa. Alguns autores defendem a publicação – “ideal” – do «Livro do Desassossego» em versão folhas soltas, sem encadernação, o que, segundo os mesmos, permitiria manter a ideia original de Pessoa, deixando a cargo do leitor o encadeamento da leitura.
O «Livro do Desassossego» assemelha-se a um diário, a um blogue. Baseia-se em anotações fruto das vivências, interrogações ou reflexões. Esta característica torna o livro singular, já que não tem uma narrativa definida, com princípio, meio e fim. Esse facto não diminui a obra de Pessoa, antes pelo contrário. Imprime-lhe, reconhecidamente, um fulgor, apenas ao alcance dos grandes mestres da escrita.

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Episódio 10: Sinais de Fogo, Jorge de Sena
O Verão de 1936 ficaria marcado pelo eclodir da Guerra Civil Espanhola. Na Figueira da Foz, que era amplamente frequentada por turistas espanhóis, o impacto desse trágico momento foi profundo.
A cidade, as praias e aqueles que todos os anos escolhiam a Figueira como destino de férias, a guerra apanhou todos desprevenidos e a adaptação a essa realidade não seria fácil, num país em que a ditadura salazarista grassava.
Jorge foi para a casa dos tios aproveitar o tempo livre de aulas e reencontrar os seus amigos de todos os verões, numa atmosfera separada da Lisboa que deixava para trás. Nos cafés da cidade explodem discussões entre franquistas e radicalistas espanhóis, o tio mantém dois clandestinos em casa e as amizades estão diferentes. Rodrigues, Ramos, Macedo e a bela Mercedes já não são os mesmos do ano anterior. Ou será Jorge que está a mudar? Entre a descoberta da sexualidade e a entrada na idade adulta, num território que sente próxima a guerra que decorre além fronteira, os episódios são-nos narrados pelo jovem lisboeta, na primeira pessoa, numa auto-descoberta por vezes cruel.
Esta obra é parte do grande projeto de ficção (Monte Cativo) que Jorge de Sena nunca chegou a acabar, e mesmo a sua publicação foi póstuma. As cenas descritas, as palavras usadas, as dúvidas presentes ainda hoje provocam reações apaixonadas e, ao longo da leitura, surge sempre uma comparação entre o escritor e aquele (também) Jorge que, entre fogos acesos, se descobre poeta.

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Episódio 11: Viagens na Minha Terra, Almeida Garrett
Publicada em 1846, a obra Viagens na Minha Terra continua a ser um texto de difícil definição. Exemplo magistral do talento de Almeida Garrett, este livro condensa vários estilos literários e um dos retratos mais realistas do Portugal do século XIX. Narrativa de viagens, manifesto político, crónica jornalística, romance, tudo cabe dentro nestas páginas.
A “história” começa com a partida de Lisboa de um sujeito-narrador (identificado como Almeida Garrett) rumo a Santarém, para uns dias de descanso na casa de seu amigo Passos Manuel. A partir daqui, e com descrições esplendorosas de certas áreas de Lisboa que hoje já não se descobrem, o narrador segue o seu trajeto… de barco, de charrete e até às costas de um simpático burrico. Enquanto viaja, também a sua mente vagueia pelo passado, pelo presente e pelo futuro. São estas as outras “Viagens” que o titulo aponta: um olhar sobre o Portugal de oitocentos, sobre a sociedade nacional, sobre a politica corrupta, sobre o desencanto final do liberalismo. Entre as observações surge um paradoxo inesquecível: os “frades” e os “barões”, quais Sancho Pança e Dom Quixote lusitanos, que, entre si, tomam as rédeas do país e incutem o progresso. Os “frades” representam o conservadorismo, a tradição, os velhos e inquebráveis costumes. Os “barões” são os acomodados, os antigos lutadores que, abdicando dos seus ideais, se entregam ao vício, ao diletantismo e a preguiça da demagogia. Um sem o outro não existem, um sem o outro não fazem o país caminhar.
Mas há muito mais nas páginas de “Viagens na Minha Terra”.

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Episódio 12: Mau Tempo no Canal, Vitorino Nemésio
Mau Tempo no Canal é um romance trabalhado desde 1939 e publicado em 1949.
A acção decorre nas ilhas do Faial, Terceira, Pico e na ilha de São Jorge entre 1917 e 1919 e retrata a sociedade açoriana, mais concretamente, a sociedade estratificada da cidade da Horta, local onde decorre a intriga principal e onde Vitorino Nemésio se encontra nesta altura da sua vida.
O livro começa com um namoro entre Margarida, filha de uma família aristocrática à beira da falência, e João Garcia – filho de Januário, pequenos burgueses com talento para o negócio mas escorraçados pelos primeiros, os Clark/Dulmo.
O pai abusivo de Margarida, Diogo, propõe-lhe que case com o tio Roberto, que virá de Londres e que, rico ainda, poderá salvar da desgraça os fidalgos arruinados seus parentes. Entretanto, Januário, pai de João, congemina vinganças contra os Clark Dulmo que tanto o despeitaram...
Literalmente pelo meio, está o canal do título, o braço de mar que divide as ilhas do Faial e do Pico, que divide os proprietários e novos-ricos da Horta dos pobres, populares e simples baleeiros do Pico, com quem Margarida dialoga na mesma pronúncia, no mesmo sotaque, ao longo do romance.
Mau Tempo no Canal conta uma quantidade de histórias numa só, é uma trama que enreda uma série de sucedidos e cujo ponto de apoio mais evidente é a relação entre dois personagens, entre duas famílias e entre dois estratos sociais.
Os afetos, as paixões e os amores surgem-nos inteiros, frescos, intensos. Entramos no coração de uma menina de boas famílias, dividida entre o amor original de um rapaz de família indesejada e o dever de alianças com famílias de bem.

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